domingo, 24 de julho de 2022

 Rede de implicações no local da intervenção no MHJNJB











 

Entrevistas sobre o MHNJB - roteiro e percepções

Nesta atividade, fomos orientados a realizar entrevistas aos usuários e funcionários do Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG e aos moradores do redor, para então compreender as necessidades, percepções e as relações das pessoas com o lugar.


Organizamos então um roteiro com uma pergunta chave e as informações que gostaríamos de captar das pessoas. Por outro lado, a entrevista foi realizada no modelo de conversa cotidiana, para compreender até mesmo o modo de se comunicar das pessoas e realmente entender como se comportavam e quais noções tinham sobre o museu. Por isso, abaixo está o roteiro usado, com as principais informações que gostaríamos de extrair, ainda que as perguntas não tenham sido utilizadas na maneira como se dispõem aqui.

Pergunta chave: Quais são as suas percepções a respeito do museu? (sensações, lembranças, emoções).

Roteiro para entrevista
- Nome
- Idade
- Profissão
- Onde mora
1. Quais sensações esse local te passa?
2. Quais as primeiras impressões que o local te passou?
3. Que relações afetivas você tem com o lugar?
4. Conte alguma vivência no Museu que te marcou?
5. O que você costuma fazer quando vem ao Museu?
6. Qual a importância do Museu para você?
7. O que você conhece sobre a história do Museu?
8. O que te deixa insatisfeito com o Museu?
9. O que você acha sobre a acessibilidade do local?

O que realmente buscamos saber foi: como os moradores e as pessoas de outros locais interagem com o museu, quais suas percepções e de que forma elas vêem o museu atualmente. Também é importante compreender, por meio da conversa, que sensações o local transmite às pessoas e qual a relação afetiva delas com o lugar, quais atividades são desenvolvidas e quais locais são visitados e porquê. Além disso, tentamos identificar as necessidades e vontades de quem convive com e no local.

RESULTADOS
Como resultados obtidos, pudemos perceber que as pessoas identificavam como empecilhos o horário e dias de funcionamento do museu (apenas durante a semana), seu fechamento por grades (antes era aberto, o que possibilitava o fácil acesso por todos, permitindo que crianças brincassem e diversas atividades fossem realizadas), a fachada pouco chamativa (é difícil identificar o museu, parece apenas uma mata) e a falta de divulgação (o local é pouco conhecido por pessoas de outras regiões da cidade).
Dentre as mudanças que ocorreram no museu, as pessoas contaram que houve maior dificuldade de entrada - antes não possuía portaria e nem era cercado, então havia maior interação com os moradores - e maior esquecimento pela falta de divulgação - falta uma entrada chamativa e restaurantes, anunciar em redes sociais e na televisão, sediar eventos etc. Ao mesmo tempo, a questão financeira foi muito abarcada pelos funcionários do lugar - o museu tem passado por dificuldades financeiras devido a cortes de verbas, o que dificulta a execução de reformas e outras ações de mudança no museu.

Performance no Anfiteatro do MHNJB    



   Em nossa performance, buscamos destacar a calmaria e a tranquilidade que o local transmite, por meio de movimentos leves e ordenados. Essas qualidades também foram ressaltadas pelo uso do som artificial de sinos dos ventos durante a apresentação, um elemento que pretendíamos utilizar durante a intervenção, rementendo à nostalgia e à paz proporcionada por este som.
Também ressaltamos, por meio de nossos movimentos, as formas geométricas do local, tão sobressalentes, bem como o amparo que ele nos fornece, expresso no fim da performance.

 

    Storyboard referente à intervenção no MHNJB





    Nosso projeto conta com a exploração da eletrônica na entrada do Anfiteatro de Arqueologia e em diversos pontos da trilha, para chamar a atenção dos visitantes e gerar a exploração do lugar. Inicialmente, pensamos em colocar setas para chamar a atenção dos visitantes, mas após orientação dos professores, descartamos a ideia.
    Ao chegar no Anfiteatro, o visitante seria surpreendido por uma música com sino dos ventos, que o convidaria a sentar e a absorver as sensações de calmaria e tranquilidade que o lugar provoca.
    Depois, tocaria um novo som que o chamaria para a trilha e o conduziria a explorá-la. Lá estariam dispostos vários círculos e outras formas geométricas que provocariam efeitos luminosos coloridos ao longo do espaço. Por outro lado, novamente orientados, descartamos essa ideia por tirar o direcionamento do olhar do visitante do espaço ao redor e as árvores e levar a um ponto fixo trazido artificialmente ao local.
    Então, criamos caixas especiais que estariam dispostas ao longo da trilha. As caixas teriam diferentes formatos e conteriam aberturas com cores variadas e lentes para gerar no usuário a percepção do espaço ao redor e a descoberta. Ao haver a interação com as caixas, surgiriam sons ao longo da trilha em diferentes locais, conforme a pessoa movimenta a caixa.
    Em outro ponto da trilha, haveria uma caixa com espelhos e um laser, cuja luz seria difundida e replicada, gerando no usuário a possibilidade de direcionar a posição do laser e prestar atenção nos locais.
    Por fim, em novo ponto, o usuário iria interagir com o local por meio de um sensor de ultrassom, que geraria sons e luzes, de acordo com a aproximação da pessoa, dentro do tronco de uma grande árvore caída, chamando a atenção do visitante para um espaço pouco percebido normalmente. 

É importante destacar que, apesar da proposta do storyboard apresentado, houveram muitas modificações no projeto final executado, para se adequar a recursos financeiros, tempo e questões técnicas identificadas.


Processo de Produção da Intrervenção


 Nesta publicação serão expostas questões sobre o projeto e produção da intervenção no Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG.



(Programação da parte de eletrônica)

(Limpeza da trilha)

(Confecção das caixas)

(Aplicação do projeto final no museu na véspera)

    Em nossa intervenção (referente ao Anfiteatro de Arqueologia e à Trilha das Pedras), houve diversas modificações no projeto inicial para se adequar a questões técnicas, recursos financeiros, tempo e características do lugar escolhido (possibilidade de chuva, falta de iluminação, inexistência de pontos de energia próximos, humidade etc.).
    As ideias sugeridas inicialmente sofreram profundas modificações após a orientação dos professores. A partir das críticas, conseguimos compreender melhor as habilidades que deveríamos desenvolver, como explorar as sensações do lugar e utilizar recursos próprios do espaço, gerar interação com os visitantes e buscar ampliar as possibilidades de uso por pessoas de diferentes bagagens de ideias.
    O trabalho foi revisto e modificado muitas vezes ao longo de sua execução, pois surgiram inúmeros problemas financeiros (houve gasto de mais de 200 reais com compras de materiais e transporte), problemas com a eletrônica pretendida (as ideias iniciais foram extremamente enxugadas e quase não foi possível executar a eletrônica no projeto final), problemas com refeitura (após a crítica e orientação dos professores) e o conciliar do projeto com trabalhos de outras matérias.
    Além disso, o tempo dado para a execução do projeto foi curto e as críticas latentes, o que dificultava a reorganização da proposta e a modificação do projeto para se adequar às críticas dos professores.
    Ademais, as diferentes concepções dentro do próprio grupo também geraram dificuldades para entrar em acordo nas mudanças de projeto, já que foi necessário criar uma proposta clara que fosse aceita por todos os membros do grupo.

Apesar de todas as desavenças abordadas, foi possível finalizar o trabalho a tempo e de forma funcional dentro das condições que nos estavam dispostas.

Agradeço aos orientadores pelo suporte que nos foi fornecido durante o desenrolar de nossa proposta e por todo o apoio durante o semestre :)

 Vídeo Síntese da Intervenção no MHNJB 



A intervenção realizada pelo grupo foi executada no dia 21 de julho de 2022 (quinta-feira), no Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG.

Grupo:
  •  Gabriel São Paulo
  • Manuela Viveiros
  • Raquel Oliveira
  • Tatiane Rodrigues 
  • Wilhiane Marra


O local escolhido pelo grupo para o projeto foi o Anfiteatro de Arqueologia e a Trilha das Pedras. A escolha se deu pelo caráter abandonado e isolado dos lugares e as sensações de descoberta, calmaria e nostalgia de um ambiente com grande potencial mas pouco explorado.

    Buscamos provocar nas pessoas as sensações de tranquilidade, descoberta, esquecimento e nostalgia, por meio do uso das características físicas do lugar (vento, parte aérea fechada pelo topo das árvores, silêncio, sons de folhas etc.).
A intervenção buscou direcionar os usuários a prestar atenção nas características do lugar, suas vistas, animais (como o macaco Chico e a cutia Teresa, diversas vezes encontrados enquanto fazíamos o trabalho), sons e sensações.

    Para isso, criamos uma espécie de caixa, preta com aberturas cobertas por papel celofane colorido, pendurada ao longo da trilha em pontos estratégicos para direcionar as pessoas a perceber certas árvores únicas do lugar, mas que passam quase despercebidas quando não se presta atenção. 
    A escolha do papel celofane na caixa teve como objetivo gerar a sensação de nostalgia nas pessoas, onde o papel servia como espécie de filtro antigo. E a caixa servia também para direcionar a visão e isolar parte do som, provocando a exploração do lugar e a percepção das sensações.
    No anfiteatro e ao longo da trilha, buscamos colocar também sons de sinos dos ventos para aproveitar a característica do lugar (com bastante vento) e ao mesmo tempo promover a sensação de tranquilidade sentida na primeira visita ao espaço. Esperávamos aplicar os sons ao longo de diversos pontos da trilha, também para fazer com que as pessoas parassem e explorassem o lugar, de forma a chamar a atenção e causar nos visitantes a sensação de descoberta, entretanto, por motivos técnicos e financeiros, isso não foi possível na execução final.
    Em um dos pontos da trilha, colocamos um sensor de presença, que ativava um som e iluminação que se adequavam à proximidade da pessoa e chamava a atenção para dentro de uma árvore gigante caída, que passava quase despercebida sem a intervenção, mas que gerou muito interesse do grupo.
    Além disso, para promover o que queríamos aos visitantes, o trabalho contou com um longo processo de limpeza do lugar, que detém cerca de 200m e se mostrava abandonado. Essa limpeza atraiu mais usuários para o local, que agora passaram a interagir com o ambiente e a explorar a área.

    O processo de produção foi intenso e precisamos refazer o trabalho inúmeras vezes, corrigindo ideias e projetos mal executados. Foi um processo importante para entendermos onde estávamos errando e tentar utilizar mais as próprias características do lugar. Além disso, tivemos que adequar ideias que não conseguiram ser bem executadas na prática e também verificar se as sensações pretendidas estavam realmente sendo transmitidas, isso até mesmo pela consulta a pessoas de outros grupos.

    Com a intervenção, foram notados diferentes grupos de pessoas, desde crianças e jovens a idosos, que iam para explorar, meditar, se alimentar e interagir em grupo (nas arquibancadas do anfiteatro) e tirar fotos de dentro das caixas (pelo efeito visual gerado) e das vistas aéreas da trilha.

    Por fim, entendemos que os efeitos pretendidos foram provocados, já que os usuários realmente passaram a explorar o lugar e absorveram as sensações pretendidas. A interação entre as pessoas e o local aconteceu e, ainda com algumas dificuldades técnicas, conseguimos fazer com que os visitantes prestassem mais atenção ao lugar e realmente o descobrissem.


segunda-feira, 11 de julho de 2022

 Stopmotion do objeto eletrônico II (aprimorado) realizado em grupo






 "The Artist Is Present", um filme de Marina Abramovic: Aspectos interessantes


Olá pessoal, 
Nesse post, vou falar um pouquinho sobre alguns aspectos interessantes a respeito do documentário "The Artist is Present",  dirigido por Matthew Akers e Jeff Dupre.




Gostaria de direcionar os seus olhos para o primeiro aspecto que estou salientando a respeito da obra: a sua elegância. Sim, é um ponto deveras abstrato a se ressaltar, mas que gera impactos profundos no espectador. 
O modo como são tratadas experiências sociais e a habilidade por meio da qual isso é feito... esse fator é observado em detalhes mas, se for enxergar além do óbvio que é transmitido, também terá essa percepção. Além disso, a organização e emoção atribuídas às cenas tornam possível a imersão do espectador na obra e permite a observação do mundo através de novas janelas e perspectivas.

Outro ponto importante que me chamou a atenção a respeito da obra é a forma como a artista consegue trazer os espectadores para dentro de sua obra, a atenção direcionada a estes. Este ponto está relacionado à primeira observação feita. Fato é que não é feito o uso do narcisismo, como a maioria dos artistas, em suas performances. A beleza de seu trabalho pode ser observada independentemente desse fator. A Marina permite que o seu público absorva aquilo que é representado, não induzindo reações indiretamente ou nada assim. É algo a se sentir.

Em suma, esses foram os aspectos que fizeram do documentário algo marcante, em minha opinião, capazes de proporcionar diferentes perspectivas àqueles que o assistem.

Fim :)

 Crítica estruturada aos objetos paramétricos desenvolvidos pelo grupo



olá pessoal, aqui deixarei com vocês as críticas aos objetos paramétricos construídos pelo pessoal do meu grupo. Espero que gostem e que admirem o trabalho dessa galera tanto quanto eu :)


quarta-feira, 6 de julho de 2022

 Sketchup sensitivo individual do local elegido pelo grupo 

Olá pessoal :)

O local que escolhemos no MHNJB foi o Anfiteatro + trilha que leva ao palacinho. 

Infelizmente, tive problemas em exportar o trabalho feito no Sketchup em vídeo (o computador que utilizei não era dos mais indicados para operar o programa). Ainda assim, deixarei aqui as imagens do que foi desenvolvido, pois acredito que também podem expressar bem a minha experiência sensitiva no local escolhido.









 Desenho demorado feito no MHNJB da UFMG 



- Por Manuela Viveiros







Stopmotion do objeto eletrônico I realizado em grupo




 

 Experiência e trajeto particular na dinâmica de sintegração (02/06/2022)



  • Tema 1: Relação das lógicas finalística, causalística e programática com as possibilidades de virtualização e potencialização.
  • Função: Crítica
Durante o debate, foi pontuada a possibilidade de imprevisibilidade e abertura de possibilidades geradas pela virtualização, bem como a abertura para adaptação e alteração de finalidades e maior possibilidade de alcance do objetivo oferecidos pela utilização dos recursos.
Foi discutida a projeção utópica dos conceitos e o aprimoramento da qualidade de vida, bem como uma ideia progressista de multifuncionalidades, ilimitação do uso.

O debate foi, em minha opinião, bem completo, pois, houve uma boa troca de informações e discussões. Alguns integrantes atuaram, majortariamente, explicando conceitos, outros exemplificando no contexto prático e outros abordando as causas e consequências dessas aplicações. Acredito que, devido à essa variedade de posicionamentos, foi permitido ao grupo pensar "fora da caixa" e discorrer de forma mais objetiva a temática proposta.

  • Tema 2: interatividade interativa e não-interativa exemplificand com objetos (ou não-objetos) espaços e situações do cotidiano.
  • Função: observação
Nessa temática, uma das participantes do debate inicia abordando as suas noções sobre o assunto.
Foi discutido se alguns objetos precisam de interação e outros não e, posteriormente, concluído que todos precisam de interação  alguns de forma sólida e outros de forma "aberta".
Outra participante exemplifica a interatividade não interativa a partir do uso de um elevador: este é utilizado de acordo com a necessidade individual mas sua função de subir e descer não é alterada. Um integrande complementa esse exemplo, dizendo que se trata de uma interação de acordo com o que foi inicialmente planejado e, outra, diz que nada é 100% interativo  pontua que a caixa de música, por exemplo, não é interativa, enquanto o piano é interativo, comparando suas semelhanças e diferenças, conforme abordado em um livro lido.
Aqui, uma nova participante apresenta o seu ponto de vista, dizendo que, muitas vezes, é necessária a participação de um público para o alcance do objetivo de algo, exemplificando a abordagem da interação em obras de arte. Foi citada uma obra em que o participante se senta em uma cadeira em silêncio e apenas deixa fluírem, suas próprias emoções -> nesse caso, é o usuário quem molda o sentido do objeto.
Essa mesma participante cita o jogo Pokémon Go, no qual é necessário que o jogador saia no ambiente para jogar e, assim, o ambiente virtual te obriga a interagir com o ambiente real. Também é apresentado o coneito de "evento latente", que, segundo a participante, aborda o potencial e o real, sem a necessidade de atualização. Esse conceito não foi bem compreendido pela participnte que introduziu o debate e ambas iniciam uma discussão mais ativa sobre a temática. Nesse momento, os demais participantes já não realizam muitas interações. Essa discussão termina sem uma conclusão e, devido ao curto tempo restante, é iniciada a crítica sobre o debate.
Durante a crítica, um dos responsáveis por dirigir essa parte da sintegração complementa a discussão, dizendo que a possibilidade de interação é reduzida cm pré-estabelecimentos em contraste com o virtual-digital. Uma das participantes do debate intervém, dizendo que virtual/digital são conceitos distintos.
Outro crítico declara que, o assunto abordado é complexo e que, para esta, não ficaram claros os conceitos discutidos. Outra participante do debate tenta explicar melhor o que foi discorrido.
Aqui, as participantes do debate voltam a discutir sobre os temas. A crítica acaba ficando rasa devido ao curto prazo. Os demais críticos concordam que o debate foi completo e a sala é encerrada.

  • Tema 3: Não foi anotada a nomenclatura específica do tema
  • Função: Debate
Durante esse debate, foi discorrido o conceito da "síndrome do quadro branco". Posteriormente, me posicionei dizendo se tratar de uma ideia utópica e que, muitas vezes, é preferível que determinado elemento realize uma única função mas a realize com maestria do que um determinado elemento realize várias funções não tão bem feitas.
Também foi debatido que a diversidade de usos disponibilizada por determinado objeto pode nos tornar submissos e dependentes destes   como foi o caso dos smartphones, por exemplo, que acabaram por degradar boa parte da autonomia outrotra exercida pelos indivíuos em atividades simples como caminhar, comprar e pesquisar. 
A abertura de possibilidades deve ser equilibrada   multifunções semelhantes pra objetos pode ser o mais adequado, aumentando a possibilidade de essas funções serem realizadas com maior acertividade.

  • Síntese: bom, em todos os tópicos foi abrdada a influência do uso da tecnologia para a ampliação de funcionalidades e de abertura ao imprevisível. As discussões apresentaram perspectivas semelhantes, que definem a ideia como utópica e que pode ser problemática por gerar depenência ou por proporcionar um uso não tão otimizado, da mesma forma que pode ser profícua, por poupar tempo e aprimorar a qualidade de vida individual. As discussões foram muito importantes, uma vez que proporcionaram visões diferenciadas sobre o assunto, abrindo possibilidades para o uso da imaginação e do pensamento crítico. Acredito que a dinâmica proporcionou um melhor entedimento das temáticas abordadas.



 Rede de implicações no local da intervenção no  MHJNJB