terça-feira, 31 de maio de 2022

 Sobre a Galeria da Adriana Varejão no Inhotim



Do ponto de vista externo, a galeria possui um formato cúbico, em tom neutro. Ornamentada por piscinas de borda infinita e, logo em sua entrada, pode ser vista a primeira obra do local: azulejos ilustrados com plantas alucinógenas. Essa obra conversa com as piscinas de borda infinita, abordando a distorção de efeitos visuais ocasionada pelo uso das plantas alucinógenas em questão.
Por conter tantos elementos naturais e um design externo simples, a vista externa da galeria em questão é agradável aos olhos do espectador, com um design excêntrico e propositalmente planejado para que a atenção esteja voltada para a obra das plantas alucinógenas, bem como para as piscinas e para a arborização do local. Por ter um interior mais detalhista, a galeria passa a sensação de se tratar de um cubo mágico invertido, no qual a parte a ser solucionada está localizada no interior do edifício.




No primeiro piso, temos a obra ilustrada acima. Ela mostra azulejos danificados e, em suas rachaduras, há ilustrações que nos remete à carne. Também é válido informar que há ilustrações de plantas carnívoras no tom de vermelho logo acima dessa obra.
Particularmente, admiro essa obra. Ela transmite a sensação de que tudo é carne, de que tudo está vivo. Tudo se deteriora, tudo se fere e tudo morre. Ruína.

Posteriormente, descobrimos que essa obra retrata o desabamento do Hotel Linda do Rosário, que caiu sobre um casal de amantes que faleceram no local do acidente.



No piso superior, temos a obra acima representada. Ela é composta de azulejos no tom de azul, com traços que nos remete ao mar. Há Também a representação de personificações de anjos, que nos lembra as pinturas renascentistas. A obra em si, se refere ao período das navegações e colonização do Brasil.

Alguns dos azulejos estão craquelados, nos remete ao desgaste, à seca posterior às ondas do mar que um dia ali estiveram. A obra também é fragmentada, sem um sentido a ser acompanhado e parecendo não possuir ter começo ou fim. É possível associar a pintura também a um quebra cabeças. Associando estes conceitos ao período de navegações, tive a percepção de que está relacionado á quebra da cultura dos povos indígenas. Esta seria representada pelo mar, e por ele foi levada, deixando os azulejos secos, transformando-os em algo sem vida.


Por fim, temos no terraço do edifício, uma obra semelhante à das plantas alucinógenas. Azulejos ilustrados com pássaros. Os pássaros ilustrados apresentam intensidades de tom diferentes, sendo os mais claros os mais ameaçados de extinção. 

Bom, sobre a galeria como um todo, é notória a sua beleza e a criticidade presente nas obras da Adriana Varejão. Elas possuem uma relação com a humanidade e, ao mesmo tempo, com os elementos naturais. Nos mostra um pouco sobre a relação do homem com a natureza e da natureza com o homem. Cabe ressaltar também que a galeria possui um trajeto fixo e planejado. O visitante é induzido a percorrê-lo assim que passa pela porta de entrada. Este foi um ponto positivo sobre o fato de a artista ter participado do projeto arquitetônico que envolveria as suas obras: ela fez com que a galeria se tornasse parte fulcral de seu interior, com elementos pensados de forma estratégica para gerar o efeito esperado no leitor.

Por fim, segue alguns desenhos de observação produzidos no local:


Estes abordam, respectivamente, uma perspectiva interna da vista externa da galeria e a vista externa do edifício.

- Por Manuela Viveiros
















 Crítica Estruturada dos Stopmotions do Grupo (Desenvolvida em Sala de Aula)


1. Sobre o Stopmotion do Cauã:

O stopmotion é curto e intrigante, pois brinca com vários efeitos e transições ao passar duas linhas para retângulos para o cata-vento, que é encoberto por formas abstratas até que se torna fitas, como se houvesse uma intervenção externa que desfizesse o cata-vento em "tiras". Mesmo sem som, a animação fica bastante interessante, com a utilização de desenhos, formas geométricas e as fotos do trabalho de luz e sombra.

2. Sobre o Stopmotion da Gabriela:

O stopmotion feito pela Gabriela usou de formas geométricas para estabelecer relações entre as 3 primeiras imagens, o quadrilátero se tornou um triângulo, o triângulo dissolveu em um losango e dele 'saiu' uma esfera. Conta uma história muito abstrata, parece que acompanhamos uma jornada mas não sabemos do que, seguimos as formas geométricas passarem por diferentes fundos.

3. Sobre o Stopmotion do Hugo:

No stopmotion do Hugo foi feito em geral um bom uso dos recursos. O tempo entre as imagens é maior, o que gera menos fluidez do movimento visado no stopmotion. Percebemos também um bom uso do áudio, o qual, apesar de não estar sincronizado igualmente dentro de uma mesma cena, auxilia no entendimento da representação que a imagem faz. Por fim, observamos que a animação está de acordo com a sequência proposta no storyboard.

4. Sobre o Stopmotion da Ana Carolina

Nesse stopmotion, é visto a interessante utilização do contraste entre os tons cinza e cores pastéis, em especial o rosa. Nos primeiros segundos , vê-se a repetição de um mesmo movimento por um tempo relativamente longo comparado á duração da animação, o que diminui a dinâmica do projeto. Entretanto, a partir do segundo 23, a narrativa fica mais interessante, já que há a utilização de mais imagens e transições fluidas entre elas. Ademais vale ressaltar o uso dos efeitos sonoros, que no primeiro momento são reincidentes, mas depois se tornam mais condizentes com as cenas, apesar de se destacarem apenas no final da obra.

5. Sobre o Stopmotion da Jade:

No stopmotion da Jade, percebemos que ela utilizou bastante o recurso de multiplicar um elemento principal e trabalhar com o movimento deles. A partir disso, na primeira parte, ela conseguiu explorar as cores, enquanto na segunda parte, ela explorou mais a perspectiva. Ademais, achamos interessante que o segundo objeto, diferentemente do primeiro, surge aos poucos do lado direito da tela, nos fazendo questionar o que iria acontecer a partir dali. Num geral, as transições também foram executadas de maneira satisfatória. Por outro lado, a falta de qualquer tipo de efeito sonoro ao longo do vídeo nos proporcionou uma sensação de vazio e um certo incômodo enquanto o assistíamos.

6. Sobre o Stopmotion do Matheus:

O Matheus aposta em formas geométricas bem marcantes em todo o seu roteiro. No decorrer da animação, notamos que ele cria formas que geram enquadramento logo no começo do vídeo, direcionando o nosso olhar para um ponto específico e nos mantendo focados ali até o final.

É notório que o Matheus também utilizou uma combinação estética simples no começo do vídeo e a tornou mais complexa no desenrolar deste.

A música se mantém constante, um som de piano, não acompanhando a mudança de quadros. Acredito ter sido intencional, pois são usados diversos mecanismos visuais que conseguem prender a atenção do espectador por si.

 Desenhos de Observação produzidos na Praça da Liberdade



- Escola de Design


- Edifício Rainha da Sucata

        
- Edifício do Estúdio Panorâmico (Glass Studio)

- Por Manuela Viveiros






sábado, 21 de maio de 2022

Sobre a Teoria do Não-Objeto
de Ferreira Gullar


Segundo a teoria desenvolvida por Ferreira Gullar, sob a minha ótica, os denominados "objetos especiais" ou "não-objetos" são algo além do que pode ser tocado. Algo a que não se deve atribuir, de certa forma, significado a partir de uma experiência particular e sim, entendê-lo a partir das percepções sensoriais proporcionadas e senti-lo para além de significados sólidos. Está relacionado à abstração, conceito no qual os objetos em si não estão ligados à realidade.




Essa teoria me levou a pensar sobre um assunto muito abordado no texto a respeito das obras de arte, em como elas são entendidas dessa forma. Em como um entendimento "quadrado" a respeito de seu significado nos faz ver pouco além do óbvio. Em como esse hábito priva as experiências sensoriais do espectador, fatores fundamentais para a absorção integral do trabalho realizado. Essas condições acabam por inibir, de certa forma, uma boa porcentagem do pensamento crítico que poderia ser direcionado às obras e da exploração da construção como um todo.

- Por Manuela Viveiros



 Exploração do SketchUp a partir do uso das ferramentas apresentadas em sala


1. Construção do cubo





2. deformação do cubo



3. Visão interna do objeto criado


- Por Manuela Viveiros







 Crítica estruturada do Storyboard parte II - Tatiana Ferreira



No storyboard desenvolvido pela Tatiana, nota-se uma construção padronizada e bem estruturada. O uso de quadros simétricos e organizados fornecem uma sensação confortável ao leitor. 

Percebe-se que, em sua construção, há uma preocupação estética, uma vez que esta apresenta formas lineares e sombreamentos bem marcantes, que também nos auxilia a perceber de forma mais objetiva o que ali está sendo representado.

A movimentação da câmera é guiada pelos quadros, não sendo necessário o uso de símbolos e legendas para compreender o que acontece no vídeo, em minha opinião, um aspecto interessante, que coincide com a ideia de abstração desenvolvida em sala.

Essa é a minha análise a respeito do trabalho da Tatiana que, ao meu ver, foi muito bem construída.


- Por Manuela Viveiros

 Crítica estruturada ao storyboard parte I - Henrique Perrupato

Sobre o Storyboard desenvolvido pelo Henrique, é possível perceber desenhos e construções simples, que focam majoritariamente em transmitir a ideia do que será construído do que em estética. Isso pode ser deduzido devido ao uso de quadros não padronizados.

Em seu storyboard, há descrição das cenas por meio de legenda nos quadros e da sinalização de movimentos da câmera por meio de setas. Esses aspectos facilitam o entendimento do espectador. Um ponto positivo, em minha opinião, por apreciar construções menos abstratas. 

No entanto, é notório que, conforme mencionado, o storyboard foge um pouco do sentido abstrato, uma vez que este possui quadros em sequência, que contam uma história, não explorando, em primeiro plano, o sentido da abstração inicialmente proposto.

Vale ressaltar que a construção das cenas se faz bastante admirável, com movimentações diferenciadas e bem construídas, que chamam a atenção do leitor para os detalhes da animação que o autor deseja salientar.

domingo, 15 de maio de 2022



Stopmotion I


Olá pessoal, nesse post deixo o link de acesso ao stopmotion abstrato desenvolvido com os recursos discutidos em aula.


Espero que gostem!

https://www.youtube.com/watch?v=yTRIc0PwnAw



- Manuela Viveiros

terça-feira, 10 de maio de 2022

Crítica estruturada do GIF animado + imagem individual produzidos por meio do Photoshop (parte II)


Autora: Maria do Carmo Lucas da Silva


Abordando, em primeiro plano, a composição das duas imagens como um conjunto, vale observar que o fundo negro criou um grande realce, acredito que intencional, nos tons da imagem em si, bem como a borda branca que realiza o delineado da área da foto. Devido ao fato de o objeto retratado possuir nuances em tons mais claros que seu fundo negro, pode-se observar, em ambas as fotos, muito mais nitidamente o que ali é retratado.




Ademais, abordando agora a primeira imagem da composição, pode-se observar que esta não possui um formato concreto, sendo construída pela mistura de diversass formas geométricas em contraste umas com as outras. é perceptível, também, a variação de tons bem claros, como anteriormente mencionado, e puxados para a paleta de cores quentes, inseridas dentro de um fundo preto.

Acredito que essa imagem em si intua remeter a algo "destrutivo", pelo uso de elementos pontiagudos, em conjunto com a ausência de uma forma definida, o fundo preto e os tons quentes. Esses elementos, de certa forma, acabam por remeter o "perigo", essa é a sensação produzida no leitor.


Abordando agora a segunda edição da composição, em contraste com a primeira, pode-se perceber tons mais neutros e em formatos mais semelhantes que criam, de forma suave, uma certa "uniformidade". 
Os microdetalhes ali inseridos possuem pontas mas, no entanto, estas são arredondadas, bem como o objeto a ser visualizado como um todo. Esses aspectos fazem com que essa imagem não possua um caráter "destrutivo" como a abordada anteriormente, sendo esta segunda mais suave e inofensiva.

Outro aspecto interessante a respeito dessa construção é que, no canto inferior esquerdo, está localizada a região que mais nos chama a atenção na imagem, por ser composta por tons mais claros que as demais áreas. Dessa forma, é criado o aspecto de que o objeto retratado avança naquela direção, na medida que a sua parte final (localizada no canto superior direito) se esvai em meio ao sombramento em contraste com o preto inserido a fundo.

Aprecio bastante a edição da Carminha :)

- Manuela Viveiros


Crítica estruturada do GIF animado + imagem individual produzidos por meio do Photoshop

 Crítica estruturada do GIF animado + imagem individual produzidos por meio do Photoshop


Autor: Matheus Henrique de Moura



Na imagem acima, é utilizado um importante recurso de centralização, que se faz perceptível devido ao uso de tons claros e escuros que seguem o ponto de fuga, colocado na parte inferior central da imagem.

Neste ponto de fuga, encontra-se uma figura cônica, pontiaguda, que remete, de certa forma, ao "perigo". É comum objetos pontiagudos serem temidos por seres vivos e, por isso, o adjetivo "perigo" é atribuído a formas com essa característica, segundo estudos de design e animação.

Outros elementos que centralizam a imagem são as formas arredontadas localizadas nas bordas da imagem. Esses formatos ressaltam, não somente o cone central em si, mas as suas características lineares e formais.

Cabe ressaltar, também, que é notório o uso de três luzes bem sobressalentes, que também escapam pelo ponto de fuga abordado pela imagem. O uso desse recurso pode ter auxiliado na diferenciação das demais formas geométricas que compõem a imagem, bem como no realce dos tons mais cinzentos, construindo uma ideia de luz e sombra semelhante àquela construídas por holofotes.



No GIF animado, também produzido pelo Matheus, percebe-se, também, a construção da centralização. 

A imagem como um todo centraliza uma forma quadrada, localizada metricamente ao meio da imagem. É possível atribuir esse enfoque devido ao tom da forma em questão ser bem mais escuro que os demais, chamando a atenção do espectador devido ao seu destaque. Esse enfoque pode ser percebido, também diante do uso de tons neutros mais claros ao redor da forma, além de um direcionamento linear que foge da região inferior central para a região abordada.

Cabe salientar também que, como para dar uma "quebra" a essa centralização, as linhas do fundo da imagem, que ficam alternando suas cores entre frias e quentes, não cumprem o direcionamento do quadrado central, utilizando como ponto de fuga a região inferior lateral da imagem. Essa foi uma construção interessante por ser um destaque que não conseguiu ofuscar o tom do quadrado como ponto de destaque. 



A composição como um conjunto revela uma harmonia criada pelos tons cinzentos e também uma quebra dessa harmonia efetivada pela adição de cores no fundo do GIF.

Essa ""quebra", ao mesmo tempo, fornece um ar alternativo às edições, retirando um pouco da ""seriedade"" destas e as tornando mais descontraídas.

- Manuela Viveiros




 Imagem desenvolvida individualmente utilizando os recursos do Photopea



- Manuela Viveiros


 Desenhos de observação produzidos na Praça da Liberdade



- Manuela Viveiros



 Desenhos de observação produzidos em aula - Escola de Arquitetura da UFMG



- Manuela Viveiros




 Imagem desenvolvida em grupo utilizando os recursos do Photoshop abordados em aula




Desenvolvido por Ana Carolina, Bruna Ludwig, João Tavares, Lara Carvalho, Manuela Viveiros e Maria do Carmo.


sexta-feira, 6 de maio de 2022

 Crítica das Fotografias de Objetos Explorando as Técnicas de Luz e Sombra 



As fotografias da Sara me chamaram muito a atenção e gostaria de pontuar alguns detalhes interessantes da minha perspectiva sobre estas.

Em primeiro plano, é possível perceber um grande diferencial na tonalidade da sombra das imagens, que sai um pouco da paleta neutra e entra nos tons frios, o que cria uma nova perspectiva sobre o objeto e dificulta a capacidade de nossos olhos captarem e de nosso cérebro compreender o que está sendo representado ali. Essa técnica também favoreceu a composição no sentido de trazer uma certa "obscuridade" para o conjunto de imagens, uma certa discrição e, de alguma forma, um certo silêncio que isola o espectador junto aos seus pensamentos e à visão do que está sendo representado.

    


Outro ponto importante, em minha opinião, a respeito da composição das fotografias como um conjunto, foi a colocação das imagens sobre um fundo cinza, um tom levemente mais neutro do que os tons dispostos nas fotografias em si. Essa estratégia de composição acaba por ressaltar a redução da tempertatura das imagens, reforçando o conceito discorrido anteriormente.

Ademais, como o objeto não possui um formato definido, com linhas retas, uniformes e presentes, também é despertada uma sensação interessante no espectador. Com as suas curvaturas e sombras dispostas de forma suave, é possível perceber uma quebra da solidez da fotografia, que nos faz sentir imersos ali, em uma certa liquidez. A partir da perspectiva da imersão do leitor nas imagens, pode-se despertar um certo sentimento também, uma vez que sente a sua a presença ali. As imagens podem ser sentidas. Acredito que a mistura das tonalidades, abordadas inicialmente, também auxilia nessa construção, especialmente o fato de os tons mais claros estarem dispostos ao meio e os tons mais escuros nas bordas das imagens, dando novamente a sensação de imersão ao leitor.



Bom, essa foi a minha percepção das fotografias do trabalho da Sara, gostaria de enaltecer que apreciei muito as imagens e a forma como foram dispostas, foi uma construção muito interessante!

- Manuela Viveiros

 Ferramentas Vetoriais - Adobe Photoshop

- O que são ferramentas vetoriais

São ferramentas que permitem trabalhar as imagens com maiuor resolução, pois o vetor funciona por desenho de traço, e não por pixels.

Elas também, permitem expandir a imagem na dimensão que o usuário precisar, sem que esta perca a qualidade.

- Quais são as ferramentas vetoriais

1. Caneta: serve para formar linhas e formas da maneira desejada, sendo que a caneta de forma livre dá mais independência ao traço e a de converter pontos muda a forma de movimentação dos pontos de ancoragem.



2. Texto: possibilita digitar textos na horizontal e na vertical sendo que, caso clique em uma curvatura, o texto adere à forma desta, permitindo diversas possibilidades legais.



3. Seleção: a ferramenta de seleção de demarcador possibilita selecionar e mover toda a forma, enquanto a de seleção direta possibilita mover os pontos de ancoragem de forma independente.




4. Forma: cria formas geométricas pré definidas, que podem ser editadas posteriormente.


- Como transformar uma imagem rasterizada em vetorial

Antes e depois


1. Abra a imagem  que deseja vetorizar e crie uma forma vetorial de triângulo, isso criará uma segunda camada automaticamente.





2. Use a ferramenta de seleção direta e ajuste os pontos na forma desejada.

3. Selecione a cor com a ferramenta de conta-gotas.

4. Selecione a forma e aplique a cor na barra superior.

5. Duplique a camada (Ctrl + j).

6. Altere a forma já existente da forma desejada.

7. Repita os passos para a seleção da cor e para criar novas formas.

8. Quando  necessário, adicione um ponto extra na forma utilizando a caneta e a ferramenta de converter pontos para posicioná-lo.






9. E fim! Agora é só salvar a imagem como preferir!

Essas foram as ferramentas vetoriais disponíveis para uso no Adobe Photoshop e umpouquinho sobre como usá-las no programa, espero que tenham gostado!

- Manuela Viveiros.







 Rede de implicações no local da intervenção no  MHJNJB