Experiência e trajeto particular na dinâmica de sintegração (02/06/2022)
- Tema 1: Relação das lógicas finalística, causalística e programática com as possibilidades de virtualização e potencialização.
- Função: Crítica
Durante o debate, foi pontuada a possibilidade de imprevisibilidade e abertura de possibilidades geradas pela virtualização, bem como a abertura para adaptação e alteração de finalidades e maior possibilidade de alcance do objetivo oferecidos pela utilização dos recursos.
Foi discutida a projeção utópica dos conceitos e o aprimoramento da qualidade de vida, bem como uma ideia progressista de multifuncionalidades, ilimitação do uso.
O debate foi, em minha opinião, bem completo, pois, houve uma boa troca de informações e discussões. Alguns integrantes atuaram, majortariamente, explicando conceitos, outros exemplificando no contexto prático e outros abordando as causas e consequências dessas aplicações. Acredito que, devido à essa variedade de posicionamentos, foi permitido ao grupo pensar "fora da caixa" e discorrer de forma mais objetiva a temática proposta.
- Tema 2: interatividade interativa e não-interativa exemplificand com objetos (ou não-objetos) espaços e situações do cotidiano.
- Função: observação
Nessa temática, uma das participantes do debate inicia abordando as suas noções sobre o assunto.
Foi discutido se alguns objetos precisam de interação e outros não e, posteriormente, concluído que todos precisam de interação — alguns de forma sólida e outros de forma "aberta".
Outra participante exemplifica a interatividade não interativa a partir do uso de um elevador: este é utilizado de acordo com a necessidade individual mas sua função de subir e descer não é alterada. Um integrande complementa esse exemplo, dizendo que se trata de uma interação de acordo com o que foi inicialmente planejado e, outra, diz que nada é 100% interativo — pontua que a caixa de música, por exemplo, não é interativa, enquanto o piano é interativo, comparando suas semelhanças e diferenças, conforme abordado em um livro lido.
Aqui, uma nova participante apresenta o seu ponto de vista, dizendo que, muitas vezes, é necessária a participação de um público para o alcance do objetivo de algo, exemplificando a abordagem da interação em obras de arte. Foi citada uma obra em que o participante se senta em uma cadeira em silêncio e apenas deixa fluírem, suas próprias emoções -> nesse caso, é o usuário quem molda o sentido do objeto.
Essa mesma participante cita o jogo Pokémon Go, no qual é necessário que o jogador saia no ambiente para jogar e, assim, o ambiente virtual te obriga a interagir com o ambiente real. Também é apresentado o coneito de "evento latente", que, segundo a participante, aborda o potencial e o real, sem a necessidade de atualização. Esse conceito não foi bem compreendido pela participnte que introduziu o debate e ambas iniciam uma discussão mais ativa sobre a temática. Nesse momento, os demais participantes já não realizam muitas interações. Essa discussão termina sem uma conclusão e, devido ao curto tempo restante, é iniciada a crítica sobre o debate.
Durante a crítica, um dos responsáveis por dirigir essa parte da sintegração complementa a discussão, dizendo que a possibilidade de interação é reduzida cm pré-estabelecimentos em contraste com o virtual-digital. Uma das participantes do debate intervém, dizendo que virtual/digital são conceitos distintos.
Outro crítico declara que, o assunto abordado é complexo e que, para esta, não ficaram claros os conceitos discutidos. Outra participante do debate tenta explicar melhor o que foi discorrido.
Aqui, as participantes do debate voltam a discutir sobre os temas. A crítica acaba ficando rasa devido ao curto prazo. Os demais críticos concordam que o debate foi completo e a sala é encerrada.
- Tema 3: Não foi anotada a nomenclatura específica do tema
- Função: Debate
Durante esse debate, foi discorrido o conceito da "síndrome do quadro branco". Posteriormente, me posicionei dizendo se tratar de uma ideia utópica e que, muitas vezes, é preferível que determinado elemento realize uma única função mas a realize com maestria do que um determinado elemento realize várias funções não tão bem feitas.
Também foi debatido que a diversidade de usos disponibilizada por determinado objeto pode nos tornar submissos e dependentes destes — como foi o caso dos smartphones, por exemplo, que acabaram por degradar boa parte da autonomia outrotra exercida pelos indivíuos em atividades simples como caminhar, comprar e pesquisar.
A abertura de possibilidades deve ser equilibrada — multifunções semelhantes pra objetos pode ser o mais adequado, aumentando a possibilidade de essas funções serem realizadas com maior acertividade.
- Síntese: bom, em todos os tópicos foi abrdada a influência do uso da tecnologia para a ampliação de funcionalidades e de abertura ao imprevisível. As discussões apresentaram perspectivas semelhantes, que definem a ideia como utópica e que pode ser problemática por gerar depenência ou por proporcionar um uso não tão otimizado, da mesma forma que pode ser profícua, por poupar tempo e aprimorar a qualidade de vida individual. As discussões foram muito importantes, uma vez que proporcionaram visões diferenciadas sobre o assunto, abrindo possibilidades para o uso da imaginação e do pensamento crítico. Acredito que a dinâmica proporcionou um melhor entedimento das temáticas abordadas.
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